Jogos violentos geram violência?

Publicado em 17/06/2008 – 11:17

É impressionante como grande parte das pessoas se interessa por violência, principalmente homens. Esse fenômeno acontece no cinema, esportes e jogos eletrônicos. Há algum tempo venho pensando por qual motivo violência vende tanto e porque jogos violentos são tão atraentes ao público. Depois de refletir bastante e pesquisar vários artigos na web, concluí que o jogo violento vende muito por dois motivos principais, a catarse e a adrenalina.

A violência propicia ao jogador uma sensação de catarse, fazendo com que ele descarregue emoções negativas durante a brincadeira e sinta-se mais leve no final do processo. É extremamente divertido e relaxante sentar numa cadeira confortável na frente do computador, abrir o jogo GTA, entrar num carro e extravasar dirigindo em altíssima velocidade atropelando tudo que estiver na frente, enfrentando gangues inimigas e se envolvendo em todo tipo de confusão sem consequências reais.

Acredito que um detalhe importantíssimo é a aventura sem conseqüências, que o jogo eletrônico pode fornecer. Muitas pessoas já se imaginaram fazendo parte da tropa de elite da polícia (Rainbow Six Vegas), pilotando veículos de guerra e comandando tropas (Battled Field 2), comandando exércitos medievais (Age of Empires 3) entre outras fantasias que são impossíveis de ser realizadas ou perigosas demais. O jogador sente a adrenalina que o jogo proporciona, desliga o computador e vive sua vida normalmente, sem os risco que viver essas situações de uma forma real traria para ele.

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Jogos Eletrônicos, qual o problema?

Publicado em 16/06/2008 – 15:56

É interessante notar que desde seu surgimento, os jogos eletrônicos passaram por vários estereótipos, sendo muitas vezes considerados como incentivadores da violência, e com mensagens satanicas ocultas. Sempre me perguntei o motivo disso, qual a grande questão que gera toda essa polêmica em torno dos jogos.

Os jovens atualmente jogam jogos eletrônicos, praticam esportes em algum clube, assistem TV. Esta é a base da diversão nos dias atuais. Quando surge algum problema com as crianças, como dificuldades na escola, ou emocionais, os jogos são os primeiros a serem culpados, mas será que podemos jogar assim a primeira pedra sem nem conhecer o acusado?

Seriam os jogos eletrônicos assim tão diabólicos que, sempre que presentes na vida da criança, teriam o poder de corromper todos os costumes e gerar problemas diversos? Me parece uma alternativa muito impensada, e impulsiva.

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O Medo

Publicado em 16/06/2008 – 13:15

Por várias vezes erramos por temer algo que não conhecemos, nossa imaginação é tão fértil que acabamos pensando em situações absurdas completamente fora da realidade. Um exemplo interessante e próximo do que representam os jogos eletrônicos é durante a segunda guerra alguns psiquiatras começaram a “identificar” leitores de gibis como criminosos juvenis o que resultou na queima dessas revistas em praça pública. Essa situação hoje provoca gargalhadas, pois as pessoas achariam que é brincadeira. Essa decisão foi completamente equivocada, preconceituosa e sem fundamentos da mesma forma que acontece com os jogos eletrônicos atualmente.

Falar sobre Jogos Eletrônicos é algo extremamente polêmico. Normalmente aquelas pessoas que tiveram pouquíssimo ou nenhum contato com jogo eletrônico fantasiam que são grandes influências para deixar pessoas anti-sociais, violentas, viciadas, desvirtuadas, em fim, verdadeiros zumbis na frente de seus consoles. Por outro lado, os que têm muito contato com jogos eletrônicos, só tem a falar bem, principalmente os freqüentadores de Lan Houses, pois elas são um ambiente para diversão que aumenta e muito a capacidade de socialização daqueles que compartilham do gosto pelo jogo eletrônico.

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