Bicho de quantas cabeças?
Publicado em 21/07/2008 – 14:18Pergunto-me diariamente sobre a relação que as pessoas mantêm com os jogos. É tão estranho perceber opiniões tão radicais em relação a eles. Pais, escolas, políticos e até religiões atacando os jogos como se fossem eles os responsáveis pelo mal do mundo, e pela desvirtualização de nossas crianças e adolescentes.
Como já ressaltei antes, é muito fácil culpar os outros, e criticar sem um conhecimento real. O senso-comum impera nas falas, e junto dele é possível notar uma mistura de sentimentos, sendo predominantes a raiva, a angústia e o medo.
De onde surge tanta negatividade? Admito que não seja o ideal que uma criança passe várias horas ininterruptas na frente de um computador. Mas a questão que me surge é: Será que ela possui alguma alternativa de passatempo, ou até uma clareza em relação a limites?
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E fazer isso tudo, sem sofrer nenhuma conseqüência.
Afirmação tensa essa aí em cima, não? Mas é essa a conclusão que eu chego depois que li uma
É impressionante como grande parte das pessoas se interessa por violência, principalmente homens. Esse fenômeno acontece no cinema, esportes e jogos eletrônicos. Há algum tempo venho pensando por qual motivo violência vende tanto e porque jogos violentos são tão atraentes ao público. Depois de refletir bastante e pesquisar vários artigos na web, concluí que o jogo violento vende muito por dois motivos principais, a catarse e a adrenalina.
É interessante notar que desde seu surgimento, os jogos eletrônicos passaram por vários estereótipos, sendo muitas vezes considerados como incentivadores da violência, e com mensagens satanicas ocultas. Sempre me perguntei o motivo disso, qual a grande questão que gera toda essa polêmica em torno dos jogos.


